Urbanização da Terra Chã – Praia da Vitória

CATEGORIA

Concluídos

DATA

15 de Dezembro de 2015

CLIENTE

SPRHI, SA

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Sobre

O Bairro da Terra Chã corresponde a uma operação de realojamento desenvolvida na Freguesia da Terra Chã, em situação periférica em relação à cidade de Angra do Heroísmo.
Dado o estado de degradação de muitas das habitações e das reduzidas condições de habitabilidade que oferecem, decidiu SPRHI, SA – Sociedade de Promoção e Reabilitação de Habitação e Infra-estruturas dar início a uma operação de Reconversão Urbanística e Habitacional do Bairro.

O Bairro da Terra Chã é um bairro social construído para residência dos desalojados do terramoto de 1980, que foi sendo progressivamente alargado e melhorado constituindo hoje o principal núcleo habitacional da freguesia.

Para se proceder à operação de requalificação do bairro foi necessário seguir um faseamento que permitisse a reconstrução, e realojamento simultâneo das famílias.
Assim, a requalificação do Bairro da Terra Chã desenvolveu-se em 2 fases, tendo-se iniciado o processo com uma intervenção numa área de ampliação, actualmente concluída. Esta operação permitiu desenvolver a acção que culminará com o processo de realojamento, renovação e requalificação urbana, garantindo-se a construção de 48 fogos distribuídos por 22 lotes onde se implantarão fogos de tipologias variadas , respondendo a programas habitacionais variando do T2 ao T5. Prevê-se, também, a construção de um lote destinado a comércio. Futuramente, implementar-se- à uma 2ª fase, a norte da Rua Machado Pires, dando origem à implantação de 42 fogos.

A SOLUÇÃO

Na solução que se propõe seguiram-se alguns princípios que convém explicitar:

– Constituição de lotes com dimensão de forma a permitir dar resposta aos parâmetros urbanísticos dos Planos de ordem superior. Na situação de associação de fogos pertencentes ao mesmo lote não haverá necessidade de duplicação de estrutura na separação entre fogos. Esta solução resulta numa economia significativa em áreas e custos de construção. Posteriormente cada habitação constituirá uma fracção autónoma, não existindo áreas comuns a repartir por vários fogos.

– Constituição de zonas verdes públicas com áreas significativas e tratamento paisagístico adequado que proporcionem aos habitantes espaços de encontro e lazer, enquadrando, sempre que possível, áreas destinadas a equipamentos.

– Criação de áreas para comércio e serviços, apoiando as áreas habitacionais a requalificar. Esta ocupação com frente para o arruamento existente resolve e remata o grande desnível entre o referido arruamento e a área de intervenção que corresponde a esta fase de implementação do loteamento.

– Possibilitar o acesso directo aos logradouros, sempre que possível. Estão nestas condições todos os lotes que se situam nas extremidades das bandas.